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domingo, 9 de julho de 2017

Atentado em casamento na Austrália


No último sábado bruxos australianos foram surpreendidos enquanto participavam de uma cerimônia de casamento no Parque Nacional de Kakadu. O local é um dos mais belos do país, e uma área do parque foi reservada junto ao Ministério Australiano para a celebração da festa - como é de costume os bruxos de lá fazerem.

O ataque terrorista aconteceu no ponto máximo da festa, quando os noivos estavam prestes a fazer seus votos. Três bruxos disfarçados começaram a enfeitiçar os convidados com poções (muita delas proibidas pelo governo local) e feitiços.

"Quando olhei para baixo eu não vi minhas pernas, elas tinham se transformado em pernas de camelo... foi horrível" - relata um dos convidados.

Após o caos generalizado, um dos terroristas conjurou uma frase escrita com fogo no céu: "Eis o troco".

A mensagem durou alguns minutos, mas desapareceu antes das autoridades ministeriais chegarem. Dois dos criminosos desapareceram, mas um deles foi capturado. Entretanto, por falha na segurança, este conseguiu escapar dentro do próprio quartel general dos aurores.

Investiga-se que ele fora ajudado por pessoas influentes no Ministério, e tenha envolvimento com bruxos britânicos, segundo informações do chefe de segurança.

O noivo, que preferiu se identificar apenas como Patrick relata que o ataque foi uma vingança, e sabe quem foi o mandante. Quando perguntado o nome, disse que só colaboraria com o Ministério: "Ele tem influência, então não adianta eu falar nada aqui. Mas vou reunir as provas, fazer tudo certinho e derrubar esse filho da p...".

Nenhum convidado se feriu. No final todos os feitiços foram reversos e não há informação de exposição aos trouxas.

London, 2055

 Por Peter Sanchez

terça-feira, 16 de maio de 2017

Universitário finalmente encontrado

        Depois de mais de dois anos de procura o universitário italiano, Louis Castella, é encontrado pelo Departamento de Execução das Leis da Magia, tomando frente das buscas, tivemos o Auror Lorenzo, que em primeiro momento, foi parar em um cemitério irlandês, encontrando dificuldade, chamou seu colega de trabalho Grendel Fritz, após horas examinando o local constataram que o corpo não estava ali, assim perdendo um precioso tempo.
        Nesse meio tempo a família do universitário foi visitada pela dupla de oficiais para conseguirem pistas. A mesma, mesmo após todo esse tempo passado, parecia não ter superado, pois as roupas do garoto sempre estavam no mesmo lugar, relatam os aurores.
        Lembramos que o envolvimento do Ministério Britânico nesse caso, está relacionado diretamente aos crimes cometidos por Tisser, entre eles estão: sequestro/rapto de incapaz/homicido/tortura/invasão com intenção de matar.
        Após outra equipe do Ministério da Magia Britânico, iniciar suas investigações os aurores foram parar na Península Ibérica, sem mínima ideia de mapeamento ou dica de algum ponto onde o corpo poderia estar os aurores, passaram meses buscando pelo universitário, onde nesse momento, já previam que poderia estar morto.
        O corpo quando encontrado foi devolvido à família para realização de seus rituais fúnebres.
       Todas as vítimas de Tisser tiveram seu sangue drenado, para quê? Ainda permanece um mistério.
     Apenas uma única vítima de Tisser conseguiu sobreviver, que foi a professora de duelos de Hogwarts, Lyuuba Dale, que foi encontrada em um quarto da hospedagem do Caldeirão Furado.
     Perguntamos ao proprietário do bar se ele não percebia nada de estranho no sujeito que se fantasiava como Tisser, Tom nos respondeu que "Não, ele era bem simpático, sempre tomava café da manhã aqui". Concluímos que Tisser poderia ter tido um alter ego ou ser um psicopata.
        Tentamos descobrir algo sobre seu passado, mas não nada que ainda possamos confirmar. 


London, 2054


Por Peter Sanchez.

sábado, 8 de abril de 2017

Descuido em Londres

Caos próximo a Torre Big Ben. Dois mortos, e seis pessoas feridas.
Na tarde do dia 07/04/2052 foi avistado por um turista trouxa, chamado Manuel Labrado, de 43 anos, um vulto marrom pulando de um prédio ao lado do Big Ben, onde caiu no Rio Tamisa. O que mais lhe chamou a atenção, foi ter visto três pessoas voando em vassouras, atrás do vulto marrom, e sumindo no céu em seguida.
Um motorista de carro, desconhecido, também viu o acontecimento e assustado perdeu o controle de seu carro, atropelando alguns pedestres, duas pessoas foram mortas, uma criança está em estado grave, três pessoas ficaram com ferimentos leves, duas pessoas saíram ilesas. O motorista não sobreviveu, após bater com o carro em um poste.

Segue entrevista com o senhor Manuel Labrado, que contará o que viu:

Peter Sanchez (PS): O senhor acha que imaginou tudo isso?

Manuel Labrado (ML): Se eu imaginei? Impossível. O motorista também viu.

PS.: Pode me dar mais detalhes do que viu? Como o senhor veio parar aqui, em Londres?

ML.: Vim fazer uma viagem, apenas a passeio, como todos os anos. Gosto da banda dos anos 60, The Who, e sempre tiro uma foto parecida com a capa do disco My Generation. Esse ano não seria diferente. Estava de costas para o Big Ben, peguei o celular, e preparei para a selfie, quando vi um vulto marrom, caindo em minha direção. Me virei, e só pude ver o rio agitado, como se uma pessoa tivesse acabado de se jogar. Olhei para cima, e juro, que tinha três pessoas voando em vassouras, indo na direção em que o vulto caiu. Mas assim que perceberam que foram notados, inclinaram as vassouras para cima, e sumiram nas nuvens.

PS.: O senhor pode descrever essas pessoas?

ML.: Infelizmente não como gostaria. Um deles usava um chapéu pontudo, preto, e bem estranho, outro segurava um graveto em uma mão. Todos os três estavam com capas pretas.

PS.: O que houve com o motorista?

ML.: Se assustou com o que viu, provavelmente, e acabou perdendo o controle do carro. Atropelou algumas pessoas. Uma criança ficou órfã. Isso é muito triste.

PS.: Agradeço pelas informações, senhor Labrado.

Policiais e ambulâncias chegaram em seguida, para ajudar com os feridos, e nenhum outro envolvido quis se pronunciar. Até o fim de toda a busca por informações, nenhum funcionário do Ministério compareceu.
Se nem mesmo os Obliviadores compareceram para fazer os trouxas esquecerem o que viram, o que podemos ainda esperar desse escasso Ministério da Magia?


Londres, 2053

 Por Peter Sanchez