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domingo, 1 de abril de 2012

NOM's: Os Níveis Ordinários da Magia

Niveis Ordinarios da Magia, depois de anos.
E depois da reforma de Hogwarts, finalmente a primeira turma fará os testes que poderão definir o futuro de suas carreiras: os NOM’s.
Para os que não conhecem, os NOM’s são as provas que servirão de medidor da aprendizagem na escola e como pré-eliminares para os NIEM’s, o mais alto nível de teste escolar do mundo mágico. Nessa semana, os alunos estarão sujeitos à provas de todas as matérias obrigatórias e nas quais se inscreveram.
Para obter a aprovação no teste, o aluno deverá receber o mínimo, A (Aceitável). Aqueles que tirarem P para baixo estarão reprovados na matéria.
Alguns dos professores entrevistados garantiram que os alunos estão prontos para as provas, mas os alunos, por outro lado, tem coisas a reclamar.
Jéssica Redwollf, quartanista da Ravenclaw, afirma que, mesmo apresentando os motivos de suas faltas às aulas, poucos professores lhe apresentam alguma coisa. Do restante, nada recebe no lugar da matéria que perde e assume ter medo das provas por esse motivo. Outros alunos reclamam a falta de professores em sala de aula.
Com os NOM’s tão próximos, no lugar de ajudarem os alunos na matéria, parece que estão dificultando a situação. Em entrevista, um dos professores disse que o Corpo Docente deveria ser mais bem revisado, mas Ariel Redwollf, aparentemente, não tem esse tipo de controle.
No fim, cabe aos alunos mostrarem o seu melhor e estudarem entre si ou sozinhos. Que outra escolha podem ter em Hogwarts?

Boas provas.
Mary Lidell

Nota da editora
O ano já está acabando de novo, e Hogwarts não deixa de ser primeira página de nosso jornal. É lamentável ver que a diretoria não se esforça para que a Comunidade bruxa mude seus conceitos em relação à Escola, e mesmo assim cada vez mais famílias mandam seus filhos para receberem educação bruxa lá.
Deixando de lado a noticia tribuna, recebemos com alegria Mary Lidell, novamente na equipe, trazendo suas aclamadas matérias. Contamos também com um membro novo, Claudius Sullivan, sejam bem vindos!
Boa leitura a todos.

Ashley Abdermann
Editora-chefe de O Profeta Diário


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London, 2015

 Por Mary Lidell e Ashley Abdermann

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sobre Hogwarts! Saiba mais...

Edição extra
segunda parte da matéria por Mary Lidell


Disponível para qualquer um que se interesse estão os livros na biblioteca de Hogwarts, sempre bastante completos. Em um deles há parte da história de Norlan Pierre, fantasma morador da escola. Aqueles que conhecem o passado de Norlan procuram manter distância do fantasma.

O que de fato é falado nesta reportagem deve levar em conta os três grandes acontecimentos e suas datas. Aqueles que tinham acesso total à escola seriam os suspeitos. Muitos, na verdade. Mas esses também diminuíram com o passar do tempo.

Nesse mesmo livro onde se apresenta o passado de Norlan, parte da história da família de Nicholas Scamander é contada. Não há nada de muito relevante, mas uma possibilidade. Um passado perfeito para alguém crescer com algum tipo de raiva. E, de fato, foi isso o que aconteceu. Isolando-o como suspeito principal, o caso seguiu-se.

O Profeta Diário tem o dever de apresentar a causa dos grandes fatos ainda não explicados que ocorreram no castelo: Nicholas Scamander, Flavius Beery e Norlan Pierre.

Três pessoas tão diferentes, mas que se igualavam em uma única coisa: a raiva por Lorde Maxwell Lupinus. Norlan por sua morte, Beery por rixa pessoal e Nicholas por algo além do que um animal preso no terceiro andar. A máscara perfeita. Solitário, amigável, cortês e distante. Quem poderia suspeitar dele?

A presença de três aurores na escola não interferiu nos planos, e nem os próprios aurores se deram ao trabalho procurarem os culpados. Então bastou-se um pequeno encontro, uma discussão simples, para entrarem no acordo que terminou no sequestro de Ariel Redwollf, na destruição de partes da escola e sabe-se mais o que tenho feito.

Durante toda a entrevista, Nicholas, de alguma forma, demonstrava fidelidade a Ariel e disse que poderia lhe fazer mal visando seu bem. Também declarou que a felicidade dela era impedida por Maxwell. Não se sabe o motivo.

Nicholas já era amigo de Norlan quando os três fizeram um trato que delegava aos participantes os planos que visavam o mal de Lorde Lupinus. Antes que o fizessem, Nicholas esteve envolvido na queda da escadaria e na explosão das estufas.

Todos os acontecimentos tinham como objetivo incriminar Lupinus. Envolviam fogo que não deixava vestígios, a especialidade de Maxwell, e num timing que poderia culpá-lo. Isso de fato o tornou suspeito por tempos, mas o sequestro de Ariel o retirou da lista e acrescentou os demais.
Ao que tudo indica, o sequestro não era para ferir Ariel, e sim Lupinus. Beery, Pierre e Scamander sabiam onde ela era mantida em cativeiro, ajudavam no segredo e não contaram porque não podiam, o que leva a pensar no possível voto perpetuo qual Beery estava envolvido. Quanto a participação de Nicholas no sequestro, não é duvidoso. A questão é saber o que aconteceu exatamente naquela noite, do modo que se prosseguiu o sequestro e o que mantinha Ariel presa.

No entanto, há a dúvida de um quarto participante, e várias são as possibilidades. Talvez Megaron que desejava mais do que tudo o sangue da diretora. Mas a única que pode de fato contar toda a história de boa vontade teve sua memória alterada, ao que se sabe, duas vezes.



Nota da Redatora:

Gostaria de agradecer a todos que acompanharam o Profeta Diário, aos que leram minhas matérias, aos que enviaram suas críticas, mas, principalmente, aqueles que diziam que tudo o que eu escrevia era mentira. Vocês foram minha inspiração a fazer essa última matéria de modo que não houvesse dúvidas quanto à sua veracidade. De mim fica o mais sincero ‘obrigada’.
Desde pequena fui educada a fazer a verdade sempre ser a soberana. Quando vi os casos em Hogwarts, não resisti e exerci minha profissão: meter o nariz onde não sou chamada. E por mais que as pistas me levavam à uma única pessoa, eu não conseguia nada. Fui então ao meu limite para que somente a verdade fosse proferida e transgredi a lei. Ficarei um ano presa, mas podem se assegurar de que cada palavra escrita por mim foi verdadeira.
Deixo como últimas palavras até o meu regresso um aviso: memórias podem ser adulteradas, mas os fatos, não.

Boa sorte a todos

London, 2017

 Por Mary Lidell


sábado, 24 de dezembro de 2011

Marotos e Desordeiros

“Juro solenemente não fazer nada de bom.”


Uma das frases mais célebres das últimas décadas, mas perdida nos últimos tempos. Os velhos marotos, ou simplesmente Marotos, escreveram suas histórias com travessuras, pegadinhas, piadas, quebra de regras e, ninguém pode negar, bullying.
Esses fatores ainda geram uma série de debates porque, de fato, todos eram engraçados e bons camaradas com aqueles que lhe eram queridos. Por outro lado, o que faziam magoavam pessoas constantemente, algumas ao ponto do terror psicológico.
E a geração deles acabou-se, findada definitivamente e agora com os ideais herdados pela nova geração em Hogwarts. Mas então: Isso é algo bom ou não?
Primeiro trataremos de uma pequena diferença. Em entrevistas, o termo “Desordeiros” foi separado do de “Marotos”. Aqui vai a diferença:

Marotos: Grupo de alunos que se denominam Marotos de Hogwarts - Geração Z, cujo objetivo ainda é indefinido. São pessoas específicas que se mantêm em segredo de todos.
Desordeiros: Alunos que causam desordem em geral. Podem ser duplas, solitários, grupos anômalos. Não são, mas incluem, os Marotos.

A equipe do Profeta realizou entrevistas para que os próprios frequentadores do castelo falassem sobre o assunto. Quando questionados sobre o que achavam das brincadeiras dos Desordeiros, essas foram as respostas:

“Bem, eu entrei em Hogwarts faz pouco tempo e estou achando uma bagunça, mas divertido.” - Anônimo.

“Um absurdo, claro. Podem machucar alguém, fora que isso não é um tipo de comportamento aceitável numa escola como a nossa.” – Anônimo.

“Não sei quem são, mais, não gostei muito da notícia por tratarem essa escola, posso dizer patrimônio, dessa forma.” – Anônimo.

“Algumas são imprudentes... mas parecem bem divertidas.” – Aluna Jéssica Redwollf.

“Eu acho a maioria de mau gosto, porém compreendo elas, nesta fase todos nós temos algo travesso dentro de nós.” – Aluno Vinícius Malakian.

“Acho péssimas... de muito mau gosto.” – Aluno Footos Harris.

“Eu acho que são tipos de brincadeiras que deveriam ser punidas severamente, não com expulsão, mas sim com trabalhos [limpeza].” – Bibliotecário Thom Henrychi.

“Acho que brincadeiras são normais, enquanto crianças. Porém há algumas coisas em que se excedem. (...) Acho excessivas, apesar de não saber quando é outra deles ou não.” – Diretora Ariel Redwollf.

Embora a maioria tenha dito e concorda que as brincadeiras não são apropriadas, o lado bom desses atuais Marotos é de que nenhum dos entrevistados mostrou-se lesado moral ou fisicamente por nenhum deles. Até agora, as brincadeiras se limitam ao castelo em si.
Em uma entrevista em particular, um entrevistado que preferiu se manter anônimo denunciou dois alunos no caso do pântano do Saguão de Entrada. Veja a seguir:

PD: (...) Ficou sabendo do pântano e do tobogã na escadaria?
Anônimo: Pântano? Mas aquilo não tinha sido Footos e Marcela?
PD: À qual pântano se refere?
Anônimo: Ah, tiveram dois ao que eu soube.. (...)
PD: Footos e Marcela fizeram qual deles?
Anônimo: Não sei realmente dar certeza, foi apenas o que eu ouvi.. Mas o no saguão pelo que me disseram foram eles. E se não me engano foram eles também que inundaram uma sala e saíram com uma cachoeira enorme pela escola. (...)

Preservando o anonimato do entrevistado, sua fonte também não será revelada.

A dica que o Profeta Diário teve inicialmente sobre o caso era de que os Marotos de Hogwarts - Geração Z estão entre as turmas do terceiro e segundo ano, uma vez que os primeiros acontecimentos datam quando a escola só os tinha como turmas. A partir disso, buscamos informações de cima para baixo e encontramos depoimentos que levou a nomes.
Findada a pesquisa, aqui está a lista dos nomes mais citados como possíveis Desordeiros e/ou que deixaram furos durante os depoimentos:

Marcela Howell
Footos Harris
Jéssica Redwollf
Vinícius Malakian

Outro detalhe a acrescentar e não menos importante: Todos são monitores. Confirmações ainda são limitadas. Há também a probabilidade de todos eles serem também os Marotos.

Iniciamos aqui uma enquete: quem você acha que pertence ao grupo dos Marotos de Hogwarts - Geração Z e por quê? Aquele que obtiver a prova mais concreta ganhará do Profeta Diário um frasco de Felix Felicis.

Boas Festas

“Malfeito feito.”

London, 2016

 Por Mary Lidell


sábado, 17 de dezembro de 2011

Os Segredos de Hogwarts

Os 10 mistérios que mexem com a cabeça dos alunos e do Corpo Docente


Quem chegou a Hogwarts e achou que seria uma estadia só para aprendizagem e diversão, compartilhando novas experiências e pregando peças uns nos outros, se enganou. Há mistérios em todos os cantos, história de todos os tipos, fantasmas rondando o castelo, paredes falsas, assuntos não terminados e ecos de um passado distante que ainda mexem com a cabeça até do mais desinteressado dos bruxos.
Se você se diz aventureiro e está disposto a resolver todos os mistérios da escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, tente desvendar todos os 10 maiores mistérios do castelo (sem ter estadias no St. Mungus), todos eles listados e comentados aqui, no Profeta Diário.

1º Os três caminhos da floresta – O que está além das barreiras de enigmas da escura clareira assombrada?
Se você nunca foi à floresta, certamente ao menos já ouviu falar dos três caminhos na clareira. Leste, oeste e em frente. Além de cada caminho, segundo dizem, há prêmios para aqueles que conseguirem desvendar cada mistério. Tesouros, sabedoria, honra, felicidade. Mas sua travessia é proibida para alunos e recomendada apenas para aqueles de mente mais aguçada. É necessário fazer por merecer para ultrapassar os desafios. Segundo os comentários, é mais fácil ir direto para a ala do que se dar ao trabalho de tentar.
Como membros de uma equipe séria e vinculada ao Ministério, nós do Profeta Diário frisamos que entrar na Floresta Proibida é negligenciar a própria segurança.

2º Fatos sem explicações – A queda das escadas, o acidente nas estufas, a aproximação de um dementador, o lobisomem na floresta, o seqüestro da diretora.
Ainda em aberto os maiores acontecimentos da escola. O que de fato fez com que as escadas enfeitiçadas de Hogwarts caíssem em ruínas? Em reportagem anterior, informamos que no dia 11/10/11, às 01:10hs aproximadamente, uma explosão foi ouvida por toda a escola e a escadaria ruiu.
A aproximação de dementadores da escola é uma notícia ainda mais antiga, quase apagada, mas ainda sem explicações. As razões de suas presenças no castelo ainda são desconhecidas.
As invasões atrás da diretora e do ex-professor de Duelos e Estudo dos trouxas, Lupinus, não são ao todo misteriosas, mas sim o que aconteceu na noite em que um lobisomem foi ouvido da floresta. Algo o havia atraído para aquele lugar naquela hora. E embora nem alunos e nem professores queiram comentar, algo aconteceu naquela noite.
Até hoje não se sabe quem foi o responsável pelo sequestro da diretora Ariel Redwollf. A mesma de nada se lembra, e seus salvadores, Flavius Beery e Nicholas Scamander (fato não registrado pelo Profeta, mas agora comentado aqui), não encontraram pistas nenhuma do suposto sequetrador.
Para tudo dito nesse tópico, à ninguém foi aderida a culpa e os casos continuam em aberto no Ministério.

3º A maldição do amor da diretora – Todos os seus parceiros tiveram problemas sérios de saúde e chegaram ao ponto de adormecerem por semanas.
Ariel Redwollf teve como tutor o velho Lorde Maxwell Lupinus, cresceu com ele, noivaram-se e, por fim, se casaram. Durante esse meio tempo, Lupinus sofreu de ataques de estresse, raiva e outros não explicados à equipe do Profeta que o levaram à Ala Hospitalar constantemente em péssimo estado.
Com a separação do casal, agora o par romântico da diretora da escola é Flavius Beery, que se encontra em estado grave no St. Mungus por motivos desconhecidos.
Se Ariel Redwollf é responsável por esses acontecimentos, não há confirmações.

4º A carta lacrada no segundo andar – O que há dentro daquela carta encantada? E por que ser selada com magia?
Antes, a carta se localizava em Hogsmead, a vista de todos. Há pouco tempo, Flavius Beery, professor de feitiços, levou a carta consigo para a escola. Só há uma maneira de abri-la e nenhum entrevistado conhece seu segredo. As suposições variam de destino à obrigação. A carta, acredita-se, pode estar diretamente relacionada ao Ministério, mas aquele que poderá abra-la será somente aquele a quem a carta foi destinada.

5º Norlan Pierre – Descubra sua história para começar a descobrir seus planos. E, principalmente, para temê-lo.

6º O segredo do corujal – Qual o segredo por trás do quadro no corujal?
Em meados do último ano letivo, um quadro foi posto no coruja do castelo. A bela pintura representa uma paisagem de tirar o fôlego. Mas, se olhado com atenção, o quadro torna-se uma passagem.

7º A Lenda do Professor Encapuzado – Não apenas uma vez, um homem cuja identidade apresentada foi Prof., apareceu no castelo escondendo seu rosto.
Mantendo o anonimato dos entrevistados, algumas pessoas relataram terem visto um homem de capuz rondando a escola em pleno dia, aparentemente sem nenhum destino. Ninguém sabe de seu nome, objetivo, nem de onde veio.

8º A história do Livro do Quinto Andar – Boatos antigos de que havia um livro misterioso e escondido no quinto andar.
Longe da Seção Reservada, que foi excluída de nossa lista por se tratar de uma área com nenhum mistério de grande magnitude, esse livro conseguiu um lugar de destaque. Por comentários idos e vindos, o assunto surgiu com bastante interesse. O Livro do Quinto Andar estava lá colocado sem segurança, para qualquer um que conseguisse encontrá-lo. Segundo relatos, sabe-se que alguém o perdeu, mas não se trata de qualquer perda. Com pesquisas, o Profeta pode afirmar que é um número mínimo de pessoas em todo o castelo que possuem uma cópia do livro, mas extremamente impreciso.
Por alguma razão, o livro foi retirado do quinto andar sem nenhuma declaração e agora está em um local mais seguro, longe do alcance dos alunos e do Corpo Docente. O seu conteúdo ainda não é conhecido, assim como o dono.

9º O Guardião de Hogwarts – Dizem ser uma fera, outros, um ser humano. Há até quem diga que seja um fantasma.
Sete andares possui Hogwarts. Sete, mais as frias masmorras e o subsolo. Mas em questão de segredos, nenhum supera o terceiro andar, local do corredor proibido, ou, como é mais conhecido, “Olhos de Lobo”. Guardado por uma senha, o que há além dele, muitos poucos sabem. Quando questionados, os alunos nada dizem e uma aura de medo paira sobre eles. Em entrevista, alguns membros do corpo docente não sabiam responder e outros se mantiveram em silêncio. Há aqueles que afirmam não haver mais nada lá, e aqueles que dizem que até Maxwell Lupinus tem algum assunto diretamente ligado ao corredor.

10º A visão de Raven diCarla – No início de sua carreira em Hogwarts, Raven teve uma visão perturbadora.
A professora de Adivinhação (matéria opcional dos alunos), Raven diCarla, viu, no início de sua estadia na escola, uma cena que a deixou chocada e muitos temerosos. Os entrevistados preferiram não comentar sobre o assunto.


Dados os 10 mistérios, fica ao critério do leitor se dizer apto o suficiente para descobrir cada um deles ou deixar a glória para o próximo.
Mas, mesmo que os desvende, é importante lembrar de que o nome dessa escola é Hogwarts, lar dos mistérios e das aventuras sem fim. Não se iluda se acredita que esses são os únicos mistérios a cobrir o castelo e seus terrenos. Não fique se vangloriando por encontrar algumas respostas. Quando se acha que não há mais nada para descobrir, basta um pequeno olhar mais atento, um leve inclinar da cabeça, e aquele pequeno detalhe que antes parecia tão comum e rotineiro, se tornará o novo grande mistério de sua vida.

London, 2015

 Por May Lidell

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Lupinus: Que família é essa?

Lupinus: Que família é essa?

Recentemente, Maxwel Mac’Cartner Lupinus, antigo professor de Estudos dos Trouxas, Duelos e diretor da casa Hufflepuff, abdicou todos os seus postos de imediato e deixou Hogwarts com perguntas pairando no ar, sem mais explicações. Aparentemente, seu casamento com Ariel Redwollf (diretora de Hogwarts) e a quase adoção de Jéssica Redwollf, não foram levados em conta na sua fuga inusitada da qual até hoje não se têm detalhes de ninguém. Maxwel desapareceu para o mundo. Há relatos de que atualmente está trabalhando novamente como auror, embora não seja visto. Recentemente foi visto no Beco Diagonal em péssimo estado físico.

Porém, algo novo surgiu das profundezas de um passado obscuro e longínquo e sai ao ar pela primeira vez no Beco Diagonal. O novo aluno Frederico Lupinus, aguardando o início do próximo ano letivo, carrega consigo o sobrenome imortal da família real escocesa e alega ser filho ilegítimo de Maxwel. Segundo seus próprios relatos, Frederico cresceu sozinho depois da morte da mãe quando ainda era muito novo e nunca havia visto o pai, nem sequer sabia da identidade ou paradeiro. A maneira como tomou conhecimento são também suas provas: as últimas palavras da mãe e uma carta que essa lhe deixou, relatando sua paternidade.

Frederico Lupinus, 11, nunca falou com o pai, muito menos lhe escreve e está determinado em saber sua história. Pretende ir em busca de Maxwel (segundo suas próprias palavras) mesmo que custe a própria vida. Confirmações além das de Frederico não existem até o momento e Maxwel, em seu depoimento sobre o caso, não demonstrar ter conhecimento algum do fato. Até agora, tem-se um mistério em mãos e mais uma notícia para abalar as estruturas de uma história que atravessa séculos.

A família real Lupinus, uma vez crescida e encolhida em curto período, mantêm o mistério além do conhecimento dos mortais e com doutrinas distintas da das quais a atual sociedade não vê com bons olhos. E até que todas as perguntas sejam respondidas, a principal permanece: Do que trata essa família?

London, 2015

 Por Mary Lidell